Menos de 2% dos servidores do Judiciário possuem alguma deficiência, aponta pesquisa

De acordo com dados disponibilizados pela pesquisa “Diagnóstico das Pessoas com Deficiência no Poder Judiciário”, estima-se que pessoas com deficiência entre magistrados, servidores e estagiários representam 1,67% da força de trabalho da Justiça brasileira. Esta porcentagem representa cerca de 5.344 pessoas. Estes dados foram apresentados durante o Webinário sobre Sustentabilidade e Acessibilidade à luz das Resoluções CNJ 400/2021 e 401/2021.

Os tipos de deficiência mais citados na pesquisa foram: física, em 55,11% dos casos, seguida de visual, com 28,37%, e auditiva, com 14,84%. Acredita-se que com o levantamento destas informações, seja possível embasar planos de ação e projetos para atender esta temática. Desta forma, é possível gerar uma mudança cultural, de maneira que estas ações sejam efetivas.

“Essa pesquisa permitiu o cruzamento de informações com outros dados, como raça e gênero. O levantamento nos mostra um panorama da inclusão, mas não representa um censo na temática”, apontou a diretora do Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ/CNJ), Gabriela Azevedo. Os resultados da pesquisa também estão consolidados no painel interativo sobre o diagnóstico das pessoas com deficiência no Poder Judiciário, que permite o cruzamento das informações, por órgão.

 

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