R&R na Mídia: Fertilização in vitro e o rol de procedimentos dos planos de saúde

No mês de outubro deste ano, tivemos a discussão sobre a fertilização in vitro e qual o papel do plano de saúde para a tomada de custos e investimentos deste tipo de procedimento em razão de uma decisão sobre o tema.

Com base na análise da alta sinistralidade e consequentemente, o impacto no que tange a  oferta de carteiras de atendimento a mais beneficiários, fora ventilado se o financiamento deveria ser obrigatório ou não considerando o desequilíbrio financeiro das operadoras quanto ao cenário até então atual.

Isso porque, procedimentos menos custosos como meio de reprodução assistida, qual seja, inseminação artificial sendo excluído e outros, como a fertilização in vitro, procedimento mais complexo, estão sendo realizados.

Kesya Nacimento, sócia do Rueda & Rueda Advogados, abordou o assunto ao escrever para o portal Poder 360:

” Para entender melhor, é importante destacar a diferença apresentada entre o procedimento de inseminação artificial e a fertilização in vitro, bem como suas implicações legais quando da análise de obrigatoriedade de cobertura de atendimento pelos planos de saúde”, relata a advogada.

Para entender mais sobre a discussão, acesse o link clicando aqui.

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