Mercado de seguros projeta reformulação no papel do corretor de seguros

Mesmo sendo um país com baixa aquisição de seguros, com apenas 30% da frota de carros assegurada, e um número baixíssimo de casas e empresas asseguradas de forma integral, o Brasil enfrentará uma onda de inovações na relação contratante x contratado, no que diz respeito ao meio de aquisição securitário, que coloca em debate o papel e a função dos corretores de seguro. Figuras com história curiosa e fundamental no desenvolvimento das relações de consumo em geral no pais, desde 1964, quando a promulgação da Lei dos Corretores de Seguros, regulamentando a profissão.

A associação de mundo disruptivo, com a imparável digitalização dos novos tempos, introduziu novas formas de negociação, que ganham o mundo e mudam a cara de setores inteiros. Evidentemente, nosso mercado securitário brasileiro está bem longe de ficar imune ao processo, uma vez que já é bastante comum encontrar novas empresas com modelos de negócios que objetivam sua atuação para um target não atendido, mercados de produtos inexistentes ou extremamente escassos, vendas com uso da internet, diretamente, ou através de aproximação com o público. O mercado deve apresentar nos próximos anos, uma acirrada corrida entre corretores de seguros que, até então, são quase exclusivamente donos do mercado.

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