Mapa da inadimplência no Brasil pós-pandêmico

O país ainda enfrenta um cenário de oscilação e crescentes consecutivas no índice de inadimplência

Não é novidade que as empresas brasileiras sempre acompanharam os índices de inadimplência, tendo em vista as constantes alterações políticas e econômicas que afetam diretamente o mercado consumidor do país.

Com estudos e pesquisas sendo realizadas rotineiramente por empresas avaliadoras de crédito, podemos criar um perfil da inadimplência no Brasil Pós-Pandemia da Covid-19 e apresentar indicadores que servem de alerta para as empresas, em relação a gestão de risco da inadimplência, mantendo assim uma análise decisória de eventuais investimentos de curto, médio e longo prazo, assim como a saúde financeira da empresa.

Nestas pesquisas é possível verificar: a evolução ou redução do índice de inadimplentes por um determinado período de estudo; quais as principais dívidas entre os brasileiros; perfil dos consumidores inadimplentes no Brasil e; números de recuperação de crédito em suas diversas modalidades.

A Serasa Experian, divulgou no mês de agosto de 2023 um mapa atualizado da inadimplência no Brasil que apresentam os seguintes indicadores:

Imagem: Serasa Experian

Imagem: Serasa Experian

O Brasil, que ainda se encontra em um cenário de recuperação econômica após período pandêmico, apresenta reflexos de oscilação e crescentes consecutivas na sua taxa de inadimplência, fazendo com que as empresas adotem soluções estratégicas, com o auxílio da tecnologia e ferramentas adequadas para mitigar os impactos da inadimplência na saúde financeira do negócio.

“Em linhas gerais, podemos afirmar que a relação consumerista é um dos pilares principais da economia nacional e necessita ser fomentada e acompanhada, concedendo as empresas e consumidores condições de atuação no mercado seja ofertando ou consumindo, mantendo a economia ativa”, explicou o advogado e sócio do escritório Rueda e Rueda Advogados, Leandro Amaral.

Tendo como referência a relação entre empresas e consumidores, caso não seja cumprido o pagamento das obrigações, contraídas pelo consumo de produtos e/ou serviços, será mais fácil tentar resolver de forma amigável. Entretanto, se todas as tentativas deste formato não forem possíveis, restará para a empresa a opção da recuperação de crédito judicial, que vem ganhando cada vez mais notoriedade dentro da economia nacional.


*Leandro Tasso de Souza Amaral – Bacharel em Direito pela UNINASSAU (Universidade Mauricio de Nassau) em 2011 na cidade do Recife/PE, cursando Pós-Graduação Lato Senso em Processo Civil na Faculdade Joaquim Nabuco. Atua em contencioso cível de massa, especialmente nas áreas do Direito do Consumidor, (Securitário e Bancário). Atua na redação de teses processuais, acompanhamento processual, redações e revisões de peças processuais, despacho de publicações, contato com clientes, participações em audiência, sustentações orais, elaboração de relatórios e pareceres, auditórias de processos e sistemas e no gerenciamento de sistemas jurídicos. 

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